Antes de marcar uma consulta, é natural que surjam dúvidas. Aqui, respondo às perguntas mais comuns que recebo no consultório e por mensagem. Se não encontrar sua dúvida por aqui, é só entrar em contato. Estou à disposição para ajudar.
O psiquiatra é médico e pode prescrever medicações, além de fazer diagnósticos clínicos de transtornos mentais. Já o psicólogo atua com abordagens terapêuticas sem o uso de medicamentos. Em muitos casos, o acompanhamento conjunto é o mais indicado.
Na primeira consulta, escuto com calma toda a sua história: sintomas, rotina, histórico familiar e pessoal. É uma conversa longa, com tempo reservado (de 2 horas) para entender o que está acontecendo antes de propor qualquer plano de cuidado.
Quando os sintomas passam a interferir na rotina, atrapalhar o sono, causar tensão frequente ou medo constante, é importante investigar. Nem toda preocupação é ansiedade patológica, e o diagnóstico correto ajuda a direcionar o tratamento.
Nem sempre. Em alguns casos, apenas com mudanças de hábitos e acompanhamento clínico é possível ter melhora. Mas quando os sintomas são intensos ou duradouros, a medicação pode ser indicada, sempre de forma individualizada.
A tristeza é uma emoção humana, natural. A depressão é um transtorno que vai além da tristeza: causa perda de interesse pelas coisas, cansaço excessivo, dificuldade de concentração e alterações no apetite ou sono, e tudo isso por um tempo prolongado.
Com o tratamento adequado, é possível sim retomar a qualidade de vida. Falo de controle dos sintomas, prevenção de recaídas e acompanhamento constante. O objetivo é sempre que você se sinta melhor, com estabilidade emocional e funcionalidade.
Se você sente dificuldade de manter o foco, vive se esquecendo de compromissos ou prazos, se sente desorganizado e isso atrapalha seu dia a dia, vale investigar. O diagnóstico é clínico e leva em conta sintomas atuais e históricos desde a infância.
Não. Embora os medicamentos ajudem bastante no controle da atenção e impulsividade, o tratamento também inclui orientação sobre rotina, estratégias de organização e, quando necessário, acompanhamento com outros profissionais.
Oscilações de humor muito intensas, períodos de grande energia seguidos de desânimo extremo, comportamentos impulsivos, mudanças no sono e decisões fora do padrão habitual são sinais que merecem atenção e avaliação.
Sim. É uma condição que exige acompanhamento de longo prazo para prevenir novas crises, manter estabilidade e ajustar o tratamento conforme a fase da vida e resposta do paciente.
Se você tem dificuldade para dormir, acorda várias vezes à noite ou não se sente descansado mesmo dormindo, e isso já dura semanas ou meses, vale procurar avaliação. A insônia pode estar ligada a outras condições de saúde mental.
Não necessariamente. Primeiro, avalio hábitos, rotina e possíveis causas emocionais. A medicação pode ser usada de forma pontual ou complementar ao tratamento, sempre com orientação e acompanhamento.
Sim. Quando há episódios frequentes de perda de controle com a comida, acompanhados de culpa ou sofrimento emocional, pode se tratar de um transtorno. É importante entender as causas e buscar ajuda.
O tratamento pode incluir medicação, orientações sobre comportamento alimentar e, em alguns casos, apoio multidisciplinar. Meu papel é identificar o transtorno e acompanhar de perto cada etapa.
Não. O transtorno obsessivo-compulsivo envolve pensamentos intrusivos, indesejados e repetitivos e comportamentos compulsivos (repetitivos e que são difíceis de serem evitados) que causam sofrimento e interferem na rotina. Pode estar ligado a temas diversos, como medo de contaminação, dúvidas ou necessidade de simetria.
O tratamento combina medicação com estratégias terapêuticas. Cada pessoa apresenta sintomas de forma diferente, por isso, o plano é sempre individualizado.
Meu atendimento é particular, mas forneço recibo médico que pode ser usado para solicitação de reembolso em diversos planos de saúde. É importante verificar essa possibilidade diretamente com seu convênio.
É bem simples. Você pode agendar diretamente pelo WhatsApp ou por telefone. Também atendo por telemedicina, de forma segura e com a mesma atenção da consulta presencial.